terça-feira, 10 de novembro de 2009

canibalismo nos processos seletivos de estágio

Final de ano é um momento decisivo aos estudantes. Os vestibulandos estão se preparando para o vestibular e quem já está na faculdade participa de processos seletivos tão estressantes quanto os vestibulares. Eu me refiro aos processos seletivos para vagas de estágio em grandes empresas.

Eu mesmo me inscrevi para diversos processos seletivos, de Volkswagen à Avon. Claro que assim como faculdades, você tem sua preferência. Eu optei por fazer Comunicação Social no Mackenzie por mil razões, assim como quem optou por fazer a mesma graduação na Cásper Líbero, que no fundo é o mesmo curso, mas em entidades diferentes. O mesmo acontece nessas empresas, no fundo são vagas iguais (estágio em marketing, estágio em recursos humanos, estágio em suporte e etc), o que muda é a sua identificação e agentes facilitadores que possam fazer você pender para uma ou outra empresa.

Eu fiz minha escolha, quero estagiar na Kimberly-Clark do Brasil. Empresa líder mundial de bens de consumo na área de higiene. É quem fabrica o papel higiênico Neve e Scott, o lenço de papel Kleenex, as fraldas Turma da Mônica, o absorvete Intimus Gel e entre outros produtos. Assim como escolhi o Mackenzie por mil razões, fiz o mesmo com a Kimberly.

Eu estudo em uma faculdade reconhecida e de qualidade inquestionável. Engane-se quem pensa que basta ter no currículo o nome Mackenzie que você é automaticamente contratado, o que acontece de fato é que as portas se abrem para você com maior facilidade, mas até você entrar por ela, são outros 500. Afinal de contas existem ainda FAAP, FGV, ESPM, USP... Todas faculdades do mesmo nível e com facilidades iguais.
Eu me inscrevi para o processo seletivo da Kimberly-Clark, além de mim mais outros 11 mil candidatos para apenas 24 vagas.
Para efeito de comparação, o curso mais procurado na FUVEST-USP, que é um dos vestibulares mais concorridos do país, é o curso de Publicidade e Propaganda. Nada menos que 40 candidatos por vaga. No caso da Kimberly-Clark do Brasil foram 458 candidatos por vaga.

E como funciona a seleção de um grande processo seletivo empresarial? Muito mais complexo, difícil e subjetivo do que um vestibular qualquer.
Primeiramente você faz a inscrição com seus dados pessoais, estudantis e profissionais. É feito o primeiro pente fino, onde os candidatos que estão fora dos padrões pré-estabelecidos pela empresa são desclassificados. A segunda etapa é uma prova online que consiste, geralmente, em análise lógica e inglês. Ocasionalmente também há testes de jogos de negócios, espanhol, conhecimentos gerais e língua portuguesa.

Após essas duas etapas começam as etapas presenciais. É marcada uma dinâmica de grupo, que nada mais é a oportunidade da empresa te conhecer, você se apresentar e resolver em grupo alguns casos do universo da contratante. Não há mistério, a apresentação é sempre feita dentro dos moldes estabelecidos por eles e o caso é algum problema que requer uma solução, problema esse que poderia acontecer no dia-a-dia da empresa em questão.
Apesar de eles dizerem que não há certo ou errado, mas sim apenas perfis compatíveis e perfis não compatíveis, é uma etapa que disperta muito nervosismo dos candidatos.

Outra etapa é o Painel. Nada mais é que outra dinâmica de grupo, só que desta vez apenas entre os bons, ou melhor, entre as pessoas que têm o perfil mais próximo do que a empresa deseja.
Por fim, chega a entrevista tête-à-tête, olho no olho, com o gestor da área pretendida. Nessa hora é só você e ele e as perguntas são mais direcionadas e específicas. Neste momento será decidido se a vaga é sua ou se você passou por todas as fases e mesmo sendo um ótimo candidato, por um detalhe e por uma questão de 24 vagas (caso da Kimberly), você não chegou lá, onde mais de 11 mil queriam.

O processo de estágio da Kimberly-Clark ainda não acabou e eu permaneço estou vivo nele. Já cheguei na fase Painel. Eu e mais 178 candidatos que almejam uma das 24 disputadíssimas vagas de estágio na empresa.
Comentando meu desempenho desde o início, eu fiz a inscrição por causa de uma feira de estágios que aconteceu em minha faculdade. A Kimberly-Clark do Brasil foi a empresa que mais me chamou a atenção entre dezenas que estavam presentes lá. Meu currículo foi selecionado para fazer os testes onlines. Eu pensei não ter ido muito bem e mesmo assim passei adiante. Na primeira dinâmica de grupo eu me saí super bem, inclusive ligando para minha mãe no final da reunião e dizendo que muito possivelmente eu estaria na próxima fase. Dito e feito, eu cheguei na penúltima fase, que é a do Painel.

Quero explicar como aconteceu este Painel. Dezenove candidatos participaram, na sua esmagadora maioria estudantes das faculdades que citei no início como instituições prestigiosas.
Não pude deixar de notar que todos ali eram feras, tinha uma auto-apresentação muito bem estruturada e argumentada, além de serem bons nos casos de sucesso.
Tivemos que levar um objeto feito pos nós mesmos que nos representasse, que tivesse nossas características e mostrasse nossa visão do mundo. Levaram de bússolas caseiras a livros de memórias (meu caso!). Tínhamos 3 minutos para explicar o objeto. Houve apresentações dignas de aplausos. E nessas apresentações algumas frases feitas e palavras básicas eram incessantemente pronunciadas. Como: trabalhar em equipe, organização, flexibilidade...
É de lei falar isso. Na hora da resolução do caso que é o momento de verificar de fato se essas características pertecem a todos que disseram. Chegou a ser bizarro, como todos ali eram feras e macacos velhos nesse tipo de dinâmica, aconteceu um verdadeiro canibalismo. Todo mundo querendo passar a perna em todo mundo, disputando a atenção e sabotando o outro, o individualismo era imperante. Meu primeiro grupo (foi realizado dois casos e em grupos distintos) foi tão irracional, pois todos se preocupavam em falar mais e emplacar suas próprias ideias como se aquilo fosse o que iriam classificar a si mesmos, que esqueceram que o sucesso individual dependia do sucesso do grupo. Primeiramente, meu grupo tinha 6 participantes de áreas DISTINTAS, ou seja, ninguém estava disputando vaga com ninguém ali, eu poderia ser contratado na área de marketing, como a fulana no RH, o ciclano na área de engenharia e o beltrano na linha Professional, sem contar, o outro no Supply Chain. Nesse canibalismo quem saiu perdendo foi o grupo. Isto não foi um acontecimento isolado, aconteceu em todos os grupos. Claro que não era um comportamento homogêneo, eu, por exemplo, fui flexível, ouvi a opinião dos demais, emiti a minha e acatei a vontade da maioria quando a minha ideia era contrária a deles. Assim como outros que pude observar. Na dinâmica anterior tudo aconteceu com extrema naturalidade e o grupo se beneficiou dessa maturidade, eu pelo menos passei para a fase seguinte. Nesta fase do Painel eu não me surpreenderia se eu receber um e-mail semana que vem agradecendo o interesse pela vaga, mas infelizmente eu não continuarei no processo, porém meu currículo ficará no banco de dados da empresa. Aconteceu isso comigo na Braskem.

Contudo, tenho fé que uma das vagas será minha! Quando se deseja algo intensamente, isso mais cedo ou mais tarde se realiza. Este ano eu postei aqui em meu blog várias conquistas, quero mês que vem escrever a maior de todas, que eu fui contratado pela Kimberly-Clark do Brasil.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

aventura gastronômica na web

Quem nunca ao navegar pelos portais da vida não deparou com uma foto deliciosa de qualquer prato seja doce ou salgado? Pior ainda quando essas fotos são de algum bolo de chocolate, chega a ser maldade contra o pobre internauta.
Geralmente essas saborosas fotos levam até um site de receitas, dos quais eu sou frequentador quase que assíduo. Alguém aqui já tentou fazer alguma dessas receitas em casa? Pois hoje eu tentei fazer esta receita.
Na maioria das receitas, como nessa do link, há vários comentários, a maioria positivos dizendo que fizeram e a família toda adorou. Claro que logo você se empolga e diz para si mesmo que se a Fulana conseguiu, você também consiguirá, ao menos eu tenho esse pensamento positivo, mesmo sendo cru na cozinha.
Lá fui eu juntar todos os ingredientes, comprar laranja no supermercado (eu estava tão empolgado para fazer essa receita que fiz questão de comprar as laranjas mais caras!). Segui o modo de fazer como precisão e eis aqui um comparativo entre a foto da receita da capa do Uol que até criança faz e a foto da minha experiência gastronômica.

FOTO DA RECEITA DO UOL


FOTO DA MINHA RECEITA


Quem diz que é a mesma coisa????
Agora vocês devem estar perguntando se ao menos é gostoso. A resposta não sei, pois ainda não tive coragem de experimentar... rs Medo totalmente compreensível!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Fiat Mio

A Fiat está convidando as pessoas para participarem do novo projeto Fiat Mio.
Por meio do hotsite da campanha, os interessados podem brincar de fazer o próprio carro e chamarem realmente de SEU.
A ideia do projeto é muito parecida com a realidade da internet, é a união de ideias somadas entre si para transformar em algo novo. A pretensão do Fiat Mio é bastante interessante: repensar sobre o futuro dos carros.
Esse projeto tem a audácia de ser o primeiro carro feito em cima de licenças flexíveis, mundialmente conhecidas como Creative Commons, que nada mais é o opostos de "todos os direitos reservados ".
E todo esse exercício de repensar um carro não será trabalho em vão, a intenção da montadora é agregar e propagar as ideias enviadas pelo site oficial e assim a equipe de engenharia e estilo possa produzir um carro conceito e que será o "primeiro carro do mundo criado pelos e para os usuários".
A apresentação ao público já tem até data marcada, será no ano que vem durante o Salão Internacional de Automóvel de 2010 que será realizado entre os dias 28 de outubro a 7 de novembro. O carro ainda nem está feito, no momento apenas as primeiras rabiscadas foram feitas pelos usuários, mas o carro conceito da Fiat já tem nome: Fiat Concept Car III (FCC III).
A própria URL já fala pelo projeto. Fiatmio.cc é Creativo Commons, fiatmio.cc é carro colaborativo, fiatmio.cc é concept car, fiatmio.cc é carro do consumidor.
Se você tem interesse de acompanhar todo processo do projeto não deixe de segui-los pelo Twitter.

sábado, 26 de setembro de 2009

guia de compras de computadores

Se você é como eu, apenas um usuário de computadores, porém sabe muito pouco sobre as máquinas e todas aquelas nomenclaturas cheias de números que especificam os diferenciais de cada máquina, com certeza fica perdido e confuso na hora de comprar um novo computador.
Qual a diferença entre HD e memória RAM? O que é um processador e pra que serve? Placa de vídeo, placa mãe... se tudo isso faz pouco sentindo pra você, ou pior, se faz nenhum sentindo, eu recomendo assistir este vídeo explicativo feito pela loja virtual Americanas.com que explica sem enrolation tudo isso que é extremamente necessário saber antes de fazer sua compra.
Boas compras\

domingo, 23 de agosto de 2009

A Casa dos Budas Ditosos x A Vida Sexual de Catherine M.

Um dos meus livros prediletos é o "A casa dos Budas Ditosos" assinado pelo João Ubaldo Ribeiro. Digo assinado porque existe uma polêmica acerca de quem o escreveu, logo no início do livro há uma nota explicativa dizendo que os originais foram deixados em frente à casa do autor e a verdadeira autora do livro deixou sob responsabilidade de João fazer o que quisesse, inclusive publicar como se fosse seu.
Os mais lúcidos acreditam que é apenas uma brincadeira do João Ubaldo Ribeiro, que escreveu o livro em primeiro pessoa se passando por uma senhora devassa. Eu, como fã do livro, prefiro acreditar no bilhete e que o João apenas lapidou a obra.
O livro é muito mais do que o relato de libertinagem de uma mulher que viveu intensamente sua sexualidade, sem falsas palavras é uma lição de vida. Um encorajamento para a liberdade sexual, algo que aos poucos a humanidade está caminhando.
Foi tanta minha empolgação com o livro que eu fiz um curta-metragem que serve mais como um trailer do livro, para quem quiser conferir:


Com o Budas Ditosos, eu percebi uma vacuidade desse tipo de leitura em minha vida. Comprei o polêmico e famoso livro da Bruna Surfistinha, que eu considerei uma leitura interessante, mas não ao ponto de comprar seus outros livros filhotes. Não assumo que sou leitor de contos eróticos, apesar que admito ler os bem escritos, contudo, acabei sempre me dando a oportunidade de novas leituras do gênero. O último foi o "A vida sexual de Catherine M.", que fez um grande sucesso na França, assim como o "O doce veneno do escorpião" da Bruna Surfistinha fez no Brasil. A diferença brutal entre essas duas obras é que o primeiro foi escrito por uma importante e respeitada jornalista e editora de uma publicação de arte na França e o segundo foi escrito por ghost writers e assinado pela ex-garota de programa mais famosa do Brasil na atualidade.

Eu conheci o livro da Catherine por meio de uma reportagem do G1. Confesso que ela foi tão bem escrita, que na mesma semana eu procurei o livro por todas as livrarias de São Paulo e não encontrei, a edição está esgotada no país. Por ocasião do destino, eu praticamente trombei com o livro exposto em uma banca de jornais da avenida Paulista. Sem titubear eu comprei imediatamente e passei a ler o livro que a reportagem prometia ser um escabro de libertinagem e qualidade de texto.
Eu me surpreendi negativamente com a obra. Ele me servia como sonífero. Um livro que discorre o assunto sexo com tanta naturalidade e deixa o leitor com sono é porque não soube tratar com destreza. Imagine uma crítica de arte escrevendo sobre sexo sob sua ótica bastante particular. Esse é o enredo do livro.
A história é de uma ninfomaníaca (termo que em momento algum é usado no livro) que faz sexo com todos parceiros possíveis, não há romance, apesar de ela sempre viver um, não há alegrias ou tristezas, é um livro descritivo e sem emoções. Não serviu nem para me deixar excitado com alguma de suas muitas histórias. Resumindo, o livro não cumpre o que promete.

Por isso e por outras, Os budas continuarão sozinhos em meu coração e farei questão de vender meu livro da Catherine Millet para um sebo que tenha interesse.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

manuntenção dos blogs

Esta noite eu tive um pesadelo muito estranho. Sonhei que de algum modo, a minha falta de comprometimento com a atualização e manutenção do meu blog me prejudicou de forma expressiva. Não lembro exatamente como foi, mas eu lembro que até tentei me justificar, o que não resultou em nada.
Diante desse sonho eu levo a pensar todo os blogueiros como muitas vezes ficamos reféns dos nossos blogs. Eu ainda sou mais sossegado quanto a isso, mas existem blogueiros xiitas que colocam a manutenção do blog como uma das suas prioridades. O blog acaba virando seu meio mais eficiente de socialização. Eu não tenho paciência de ficar trocando comentários, tampouco bolando textos super bacanas para agradar meus leitores. Eu escrevo sem compromisso, escrevo o que quero e quando quero. Isso é o bom de ter um blog, agora bolar um cronograma de ações para o blog, apenas caso tenha alguma intenção. O que não é meu caso de maneira alguma.
Meu blog é para isto, escrever o que quero passar pra frente, mesmo quando não sei que estará na frente.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

máscaras e camisinhas

Milhares de pessoas têm gripe suína e todo mundo quer usar máscaras. Milhões têm AIDS e ninguém quer usar camisinha!


sábado, 25 de julho de 2009

Vale Cultura

O bichinho carpinteiro está roendo de ansiedade toda a classe artística, cultural e intelectual do país.

Isso porque está prestes de ser implantado no país um projeto cultural chamado “Vale Cultura”, que funcionará praticamente como o Vale Refeição, o portador desse vale poderá gastar seus créditos, no valor de R$50,00 reais, exclusivamente com produtos culturais, o que caracteriza peças de teatro, cinema, musicais, espetáculos de dança, exposições, compra de livros, CDs e DVDs.

Essa medida tem dois efeitos benéficos inestimáveis. O primeiro é o maior incentivo nos últimos anos para a democratização da cultura no país, não é novidade alguma que os brasileiros não têm o hábito de consumir arte e cultura fabricada, no máximo músicas e nem sempre das mais elegantes. O segundo benefício é para a classe artística, uma vez que os portadores desse Vale Cultura poderão gastar seus créditos apenas com produtos culturais, com certeza a venda de livros e DVDs, assim como a venda de ingressos para shows e outras manifestações artísticas deverá crescer exponencialmente em breve.

Agora é aguardar.

domingo, 12 de julho de 2009

Meninos de Kichute

Quero divulgar aqui a promo do filme que a Amberg Filmes, onde trabalho, vai lançar no final do ano! Meninos de Kichute.
Saudosistas, crianças, futebolistas, entusiastas do cinema nacional, todos vão adorar essa nova produção do Luca Amberg. Não é porque trabalho no projeto, mas garanto que será um grande sucesso, pois o filme é bom demais.
Com vocês o trailer.



Quem quiser saber um pouco mais do filme, basta acessar o site oficial.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

nosso rumo de carreira

Estou dando um novo rumo em minha carreira. Estudo Jornalismo na faculdade e já faz um tempo que não me sinto empolgado com o ofício do jornalista. São muitos fatores que me impulsionaram a essa perda de apetite pela profissão, primeiramente porque eu não gosto da ideia de me sustentar pelo resto da minha vida por meio dos meus textos, acho isso um fardo muito pesado. Gosto de escrever, mas nem sempre quero escrever. Vocês mesmos podem notar que não atualizo aqui a todo o momento. Outro motivo crucial é a desvalorização da profissão, é um grande paradoxo, vivemos no meio da era da informação e mesmo assim o profissional responsável pela elaboração e disseminação da notícia não é valorizado, digo tanto na esfera de importância, quanto na de remuneração.
Sei da importância e do preparo que o jornalista precisa ter, aliás, jornalista nunca tira férias, ele é jornalista 24 horas por dia, 365 dias ao ano. Minha mente precisa desligar um pouco das responsabilidades de trabalho e no jornalismo isso não seria possível. Por tais motivos eu decidi ser jornalista apenas de coração. Sempre sonhei em ser jornalista, vou me formar e já trabalhei na área, pronto, sonho realizado. Agora tenho um novo sonho, uma nova ambição. Quero ser marqueteiro!
O Marketing cumpriu sua função, me seduziu e me fisgou. Era com o que sempre quis trabalhar, pena que eu não sabia o que era isso até então... Agora vou reunir todos meus esforços para ser o melhor marqueteiro possível.

Consegui ser indicado para um estágio em Marketing mês passado, trabalhar na Amberg Filmes para o lançamento do filme Meninos de Kichute. Agarrei a oportunidade com as duas mãos. Contudo, como sempre acontece comigo, quando não tenho nada, não aparece nada e quando aparece uma coisa, pipoca oportunidades irrecusáveis. Eu fui chamado para fazer uma entrevista na Kraft Consulting, uma empresa de Tecnologia de Informação, houve uma interação muito bacana entre mim e os donos e fui convidado a estagiar na Kraft, já começo agora na sexta-feira.
Não pretendo largar a produtora e o filme que comecei a trabalhar, quero continuar, porém não como contrato de estagiário, mas sim um freela que presta determinado serviço. Uma vez que minha função no mkt do filme é bem restrita. Eu já fiz a proposta, em breve terei a resposta.
Será pauleira fazer faculdade, dois trabalhos e mais um programa de rádio. Mas sou determinado o suficiente para este desafio.
Boa sorte para mim.